Você já se perguntou por que, mesmo depois de prometer que seria diferente, algumas pessoas acabam se envolvendo novamente com parceiros que as machucam, manipulam ou desrespeitam? Esse padrão repetido de se relacionar com pessoas tóxicas não é apenas fruto do acaso — ele pode estar profundamente enraizado em questões emocionais, crenças inconscientes e experiências passadas.
A origem do padrão: o que está por trás?
Muitas vezes, esse ciclo começa ainda na infância. Quando crescemos em ambientes onde o amor era condicionado, instável ou agressivo, podemos internalizar a ideia de que relacionamentos são sinônimos de insegurança e dor. Sem perceber, acabamos buscando esse mesmo tipo de vínculo, como uma forma de familiaridade emocional.
Pessoas que se envolvem com parceiros tóxicos frequentemente carregam baixa autoestima, medo da rejeição e dificuldade em estabelecer limites saudáveis. A carência afetiva também desempenha um papel importante, fazendo com que qualquer demonstração de atenção — mesmo vinda de alguém abusivo — seja interpretada como amor.
O ciclo da repetição: por que é tão difícil sair?
Relações tóxicas podem ser como um ciclo vicioso. Momentos de abuso emocional, desvalorização ou manipulação se alternam com períodos de afeto, desculpas e promessas de mudança. Isso mantém a pessoa presa, cheia de esperança de que “dessa vez vai ser diferente”.
Além disso, há uma idealização do outro e uma minimização do próprio sofrimento. O medo da solidão também pode ser tão intenso que, mesmo percebendo os danos, a pessoa prefere permanecer na relação a encarar o vazio de um possível término.
Como quebrar esse padrão?
A boa notícia é que esse padrão pode ser interrompido — e isso começa com o autoconhecimento. Ao compreender sua história, suas feridas emocionais e a origem das suas escolhas afetivas, você começa a enxergar seus relacionamentos com mais clareza.
A psicoterapia é uma aliada essencial nesse processo. Com o apoio certo, é possível desenvolver autoestima, aprender a dizer “não” sem culpa e criar vínculos mais saudáveis, baseados em respeito, reciprocidade e afeto verdadeiro.
Se você se identificou com esse texto, saiba que não está sozinha(o). E que é possível, sim, mudar.
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